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Rio Maior, 13 de julho de 2017

Local: Sala Polivalente da Escola Secundária (manhã) e EBI Fernando Casimiro P. Silva (tarde)

INSCRIÇÕES

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Comunicação

(9:45-10:45)

Sala Polivalente da Escola Secundária Dr. Augusto C. Silva Ferreira – Rio Maior

“O modelo pedagógico e organizacional da Escola Pública El Martinet Ripollet – Catalunha”, 

Noemi Hospital e Carolina M.
Moderadora: Margarida Anastácio (Reitoria da Universidade de Coimbra)
Noemi Hospital e Carolina Moller são educadoras de infância na Escola Pública El Martinet, integrando o quadro de escola desde 2011. De momento,  Noemi e Carolina trabalham com crianças de 3, 4 e 5 anos.
El Martinet é uma escola pública, na cidade de Ripollet, que integra a área metropolitana de Barcelona. Esta escola foi criada há 13 anos, devido ao aumento significativo da população de Ripollet.
Nesta cidade, um grupo de educadoras e de professoras já sonhava há algum tempo com uma escola diferente, comprometida com o desenvolvimento harmonioso da infância, animada pela pertinência da inovação pedagógica, orientada pelo fio da utopia.
Quando se colocou a necessidade de construção de um novo edifício escolar, o grupo de professoras e educadoras apresentou o projeto ao Departamento de Educação.
Assim, desde a conçeção do projeto de arquitetura, foi possível pensar a construção a partir da conceção pedagógica do projeto, possibilitando um edifício diferenciado de outros projetos de construção.
Anos após ano, os docentes, vão construindo um projeto educativo de escola, constantemente orientado para as necessidades específicas do desenvolvimento infantil das meninas e dos meninos de Ripollet.
Visitar a escola El Martinet é vivenciar a certeza de que uma outra escola é possível … e necessária!
 “Cada dia que eu que eu venho à Escola, tenho a sensação de que hoje vou aprender uma coisa e amanhã outra, que hei-de ir com os meus amigos a não sei onde; que cada dia é algo de novo”.
Areeba, 11 anos.
“Trabalhando em cooperação, é possível melhorar a escola que oferecemos às nossas crianças”. Jordi Jorba i Ballesta – Presidente da Associação Amigos d’el Martinet

 Vídeo promocional:

El escuela El martinet – Resumo da comunicação elaborada pelo Prof. Júlio Ricardo


Painel

(11:00-12:30)

Sala Polivalente da Escola Secundária Dr. Augusto C. Silva Ferreira – Rio Maior

“A escola que temos… a escola que queremos…”

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Neuza Pedro, Rui Lima e Ariana Cosme

                                              ie_logo monte_florariana_logo

 

Moderador: Diretor da Escola Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira, José Albino Correia

Rui Lima – Rio Maior

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Rio Maior – Ariana Cosme


(14:00 – 17:00)

EBI Fernando Casimiro Pereira da Silva

W1: FILOSOFIA COM CRIANÇAS: Filosofar na Idade do Espanto (Sala 25)

Manuel João Pires

O que é a filosofia com crianças? As crianças podem fazer filosofia? Se podem, como?

Neste workshop pretende-se debater estas questões, mostrando o que é e o que não é filosofia com crianças e quais são as condições necessária e suficientes para que as crianças possam efetivamente fazer filosofia. A Filosofia com Crianças iniciou-se com Lipman em 1974 e atualmente existem diferentes caminhos possíveis para atingir o fim da reflexão filosófica com crianças. Neste workshop abordaremos, com uma forte componente prática, duas metodologias complementares: o Método Socrático desenvolvido por Oscar Brenifier e, essencialmente, o método ifing, desenvolvido por Peter Worley, esclarecendo o conceito de comunidade de investigação e o papel do professor como possibilitador da reflexão filosófica na idade do espanto e da admiração.

Apresentação utilizada no W1


W2: A importância do espaço no sucesso da educação (Sala ActiveLab)

Teresa Vendeirinho

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Educational Spaces Consultant – Steelcase Education

Este workshops aborda a importância do espaço onde ocorre a aprendizagem contribuindo para o sucesso do processo educativo, quer sob o ponto de vista do professor, quer da influencia que o espaço tem sobre o empenho e concentração do aluno, melhorando níveis de concentração e entusiasmo
É uma oportunidade para partilhar pesquisas, estudos, e princípios fundamentais que conduzem a um melhor entendimento sobre novas formas de organização de sala de aula e como potenciar os equipamentos inovadores.
Tendo por base o conhecimento do ecossistema de aprendizagem ativa os participantes irão adquirir conhecimentos e técnicas que permitirão interagir de forma dinâmica e colaborativa com alunos e os seus pares.
Com duas dinâmicas muito simples este workshop será muito interativo conduzindo os participantes à sua própria descoberta de uma nova visão sobre o espaço de sala de aula.

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A importancia do Espaço no Sucesso da Educação


W3: Robótica, uma oportunidade de aprendizagem desde o pré-escolar (Sala 26)

Cidália Marques

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Robótica no Pré-escolar? Faz sentido?
No pré-escolar ainda há poucas experiências de utilização da robótica, no entanto as realizadas têm sido muito bem sucedidas. Neste sentido  realizámos este ano um conjunto de atividades nesta área com os alunos.
O desenvolvimento de competências deve iniciar-se o mais cedo possível. A Robótica permite uma utilização tangível que facilita a aprendizagem e o desenvolvimento de competências.
Neste workshop serão desenvolvidas atividades com os docentes que permitam dinâmicas inovadoras a implementar em sala de aula recorrendo aos equipamentos Beebot.
Os educadores terão oportunidade de experienciar o equipamento e preparar atividades a realizar com os mesmos.

W4: A articulação curricular ao serviço da aprendizagem (Sala 15)

Nádia Ferreira

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A gestão curricular prende-se com priorizar aprendizagens. Sendo uma tarefa complexa, exige dos docentes um olhar focado em contextos colaborativos. Neste workshop serão explorados cenários de integração curricular, onde as ferramentas pedagógicas podem ser uma oportunidade.

NOTA BIOGRÁFICA

Nádia Ferreira

Nádia Ferreira é professora do ensino básico há 17 anos, formadora de professores e investigadora no campo da formação de professores sendo o seu foco na prática dos professores e no conhecimento para ensinar.
É licenciada em Ensino do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico, na variante Matemática e Ciências e Mestre em Educação pela Universidade de Lisboa.  Prepara atualmente a sua Tese de Doutoramento em Didática da Matemática na Universidade de Lisboa.
Tem colaborado com várias instituições de ensino superior e como sócia da APM pertence ao grupo de trabalho e investigação (GTI).
Neste momento colabora com a DGE como professora requisitada tal como já aconteceu no projeto uARTE (2000-2002), no Plano da Matemática (2009-2012) e no Plano Tecnológico (2010-2012) acompanhando pedagogicamente e cientificamente professores e escolas.

W4 – PPT Rio Maior_Articulação curricular para as aprendizagens


W5: Cenários de Aprendizagem (Sala 12)

Paula Abrantes

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“Cenários são histórias do que pode ser” – não se pretende fazer uma previsão do futuro mas apenas estimular formas criativas de pensar e planear ações.
Neste workshop será apresentado o conceito de cenário de aprendizagem. De seguida os participantes serão convidados a analisar diferentes cenários de aprendizagem, criados em diferentes contextos, e refletir como estes podem ser úteis nas práticas de cada docente e contribuir para aprendizagens significativas e relevantes.

 

W6: ClassFlow, uma ferramenta educativa (Sala ActiveLab)

Hugo Dantas

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classflow

A plataforma Classflow permite:
Leccione aulas envolventes através de caneta ou de toque em ecrãs de sala de aula interactivos de QUALQUER marca;
Envie testes, questionários e actividades aos alunos que utilizam portáteis, Chromebooks, tablets, smartphones ou dispositivos de resposta do aluno;
Promova capacidades de colaboração e gestão autónomacom contas do ClassFlow para alunos GRATUITAS;
Economize tempo com actividades pré-concebidas.Escolha entre Correspondência, Sequência, Flash Cards, e muito mais;
Reconheça a conduta excepcional dos alunos ao enviar crachás digitais a alunos e pais;
Descubra milhões de aulas interactivas, recursos e actividades de professores em todo o mundo no ClassFlow Marketplace;

Crie a sua conta em: https://classflow.com/pt-pt/


W7: Avaliação Formativa Digital (Sala 34)

Nuno Dorotea

A avaliação formativa das aprendizagens constitui um elemento essencial no processo de ensino e de aprendizagem, considerando-se vantajosa quando integrada e aplicada nestes processos de forma sistemática.
Apesar da sua natureza complexa, proporciona a autorregulação e consolidação das aprendizagens por parte dos alunos, bem como informação essencial ao professor para a (re)definição de estratégias e metodologias que permitam superar as dificuldades dos alunos. Porém, no formato papel consome bastante tempo e recursos e a sua eficácia é reduzida.
Neste workshop pretende-se tomar consciência da importância da avaliação formativa no processo de ensino e de aprendizagem, bem como, e especialmente, conhecer ferramentas online (disponíveis na internet) facilitadoras da conceção e aplicação sistemática de provas de avaliação formativa, que contribuam positivamente para a aprendizagem dos alunos e para a gestão do processo de ensino pelo professor.
Pretende-se apresentar ferramentas com correção, classificação e feedback automático, de fácil conceção, utilização e aplicação, e com grande potencial pedagógico para os alunos e professores.

Apresentação – WS7 Avaliação Formativa Online – Rio Maior


W8: Centro Qualifica – Aprendizagens ao Longo da Vida (Sala 11)

Aida Garcia/Luísa Carvalho

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A Estratégia 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo reconhece que a aprendizagem ao longo da vida (ALV) e o desenvolvimento de competências são elementos decisivos da resposta à atual crise económica e ao envelhecimento da população, bem como da estratégia económica e social mais ampla na União Europeia.
Num mundo cada vez mais globalizado, os indivíduos necessitam de uma vasta gama de competências para se adaptarem e prosperarem num ambiente em rápida evolução, onde a ALV e a mobilidade devem tornar-se uma exigência.
O paradigma da ALV ultrapassa as fronteiras tradicionais que delimitam os espaços formais de aprendizagem, apelando a novas teorias e modelos de educação/formação. Neste contexto, os Centros Qualifica assumem papel fundamental na gestão da carreira e no reconhecimento de competências adquiridas em contextos não formais e informais de aprendizagem.

W9: Ensino de Adultos em contexto prisional (Sala 16)

Ana Marques/ Marina Godinho

A escola continua a ser para muitas famílias o único elevador social capaz de garantir um futuro melhor, razão pela qual o Estado continua – e bem – a proporcionar vias alternativas para o prosseguimento de estudos. Trabalhar e estudar requer resiliência nem sempre fácil de atingir, senão com esforço e dedicação.
Mais difícil se torna quando as circunstâncias afastam as pessoas do seu meio natural e do convívio social e familiar, requerendo delas uma quase sobrenatural vontade de superação. Nessas condições todas as ajudas são poucas e toda a vontade é necessária.
O ensino de adultos em contexto prisional reflecte estes problemas agravados, quase sempre, pelos constrangimentos físicos em que decorre. Daí a necessidade de dar a conhecer este subsistema repensando e, eventualmente, reformulando o seu enquadramento.

W10: O contributo das Humanidades na construção da escola do futuro (Sala 17)

Manuela Dâmaso

Como ponto de partida, teremos uma reflexão plasmada por Vítor Aguiar e Silva num dos seus livros de ensaios “As Humanidades devem ser, na escola e na vida, arcos da abóbada do futuro”.
Seguidamente, acompanharemos Carlo Strenger na sua provocação intelectual saída com o título O Medo da Insignificância para nos ajudar a pensar o Homo globalis.
Finalmente, e depois de caminharmos ao lado de outros pensadores como Eduardo Lourenço ou George Steiner, confirmaremos que sem as Humanidades não seremos, simplesmente, humanos. E a escola? Qual é nosso papel na construção das novas gerações? Estamos, de facto, a preparar seres pensantes?

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W11: Ensino experimental das ciências – V de Gowin (Sala 24) 

Emília Morais

O reconhecimento de que da simples observação não resulta um verdadeiro conhecimento, e que o trabalho experimental tem um reconhecido potencial para a aprendizagem, com um efeito motivacional relevante nem sempre acompanhado pela melhoria significativa da aprendizagem conceptual, justifica a abordagem aqui proposta, transversal aos vários ciclos de ensino, do “V” que Gowin desenvolveu para ajudar alunos e professores a clarificar a natureza e os objetivos do trabalho experimental.

 

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